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BEM-VINDO AO PORTAL PROMIP
O Canal que está à Serviço do Manejo Integrado de Pragas

 
O Manejo Integrado de Pragas (MIP) está no DNA da PROMIP. Foi por esse motivo que desenvolvemos um Portal especializado no assunto. Aqui você encontrará matérias produzidas especialmente para o canal e também poderá conhecer nossos Produtos e Serviços.
 
Assista nossos vídeos, Acesse artigos de cunho técnico e científico exclusivos, leia notícias relacionadas à empresa e participe dos eventos de MIP cadastrados em nosso site. Alguns produtos também estão disponíveis em nossa loja virtual. Em caso de dúvida nossa equipe técnica estará sempre pronta e à disposição para solucioná-la por telefone, e-mail e pelas nossas redes sociais. Assine nossa Newsletter e receba periodicamente informações atuais sobre o Manejo Integrado de Pragas em seu e-mail.
 
 
 
 

O que é MIP?

 
O

Manejo Integrado de Pragas (MIP)

é um conceito que foi instituído na década de 1960 pela comunidade científica, para a otimização do controle de pragas agrícolas (ácaros, insetos, doenças e plantas daninhas).
 
O termo refere-se à integração de diferentes ferramentas de controle, tais como os produtos químicos, agentes biológicos (predadores, parasitoides e entomopatógenos - bactérias, fungos ou vírus), extratos de plantas, feromônios, variedades de plantas resistentes a pragas, manejo cultural, plantas iscas, liberação de machos estéreis (TIE), dentre outras.
 
O emprego conjunto de todas essas ferramentas, de maneira planejada e em harmonia, é a base para solidez de um programa de MIP.
MIP
 

Reconhecendo o Problema

 
A implantação de um programa de MIP deve iniciar-se com a identificação do problema, ou seja, é preciso reconhecer o agente causal de um determinado sintoma na planta. A primeira etapa deste processo é a identificação das pragas mais importantes (pragas-chave) em cada cultura.
 
MIP

Reconhecer o alvo é essencial para combatê-lo

 
Em função da relevância deste trabalho é muito importante que os responsáveis por esta tarefa, quer sejam os agricultores, seus funcionários ou consultores, conheçam e saibam identificar corretamente as principais pragas (artrópodes, doenças e plantas infestantes) em cada cultivo. Somente através da identificação morfológica e taxonômica é possível adotar a melhor estratégia para o controle efetivo de cada alvo. Assim, recomenda-se que todos os profissionais envolvidos com a tomada de decisão para o controle de pragas sejam treinados periodicamente, pois a ocorrência de diferentes espécies pode ser muito dinâmica em campo.
 
 
Além do reconhecimento das pragas-chave é muito importante que o responsável pela inspeção de pragas
(inspetor de pragas) seja capacitado para também reconhecer e identificar os insetos benéficos presentes na área do cultivo.
 
A preservação destes organismos contribuirá, de maneira significativa, para o aumento da eficiência no manejo de pragas
em qualquer cultura.
 
 

Helicoverpa armigera

 

Um exemplo de falha no reconhecimento do alvo

Tomate
 
Recentemente o surto de Helicoverpa armigera (lagartas) atacando e destruindo milhares de hectares de algodão, soja, milho e tomate no Brasil é um exemplo que ilustra problemas relacionados ao conhecimento deficiente na área taxonomia de pragas em nosso país. Inicialmente essa praga que até então era considerada exótica no Brasil, ou seja, ainda não ocorria em nossos solos, foi ignorada pelos técnicos e agricultores em todos o país, sendo confundida com outras espécies como Helicoverpa zea e Heliothis virescens, pragas que aparentemente são muito parecidas com a H. armigera.
 
O problema é que as estratégias de controle e os produtos utilizados para essas outras espécies não funcionaram para H. armigera e provavelmente o surto repentino também ocorreu devido à demora na adoção da estratégia correta. Esse fato levou à perda de milhares de dólares afetando diretamente os resultados em campo.
 
 

O Monitoramento é a Chave para o Sucesso no MIP

 
Esta atividade deve ser realizada periodicamente, desde a instalação da cultura em campo até a colheita, inspecionando-se diferentes estruturas da planta (raízes, folhas, hastes, frutos, etc.).
 
O uso de lupas entomológicas auxilia a visualização de organismos muito pequenos, como é o caso dos ácaros, tripes e outros. As armadilhas adesivas amarelas e as armadilhas com feromônios sintéticos são úteis como ferramentas complementares à visualização das pragas na cultura.
 
MIP

Inspeção Periódica

 

A Tomada de Decisão

 
 
Para que o monitoramento e acompanhamento da flutuação populacional seja realmente efetivo, faz-se necessário que o agricultor conheça o nível de dano econômico (NDE) e nível de controle (NC) que são indicadores que o auxiliarão na tomada de decisão do momento certo para a adoção de uma determinada estratégia de manejo de pragas.
 
O NDE refere-se a infestação (densidade populacional) da praga que causa prejuízo igual ou superior ao custo do controle desta praga em uma determinada cultura. Já o NC indica o momento certo para a adoção da estratégia de controle do alvo, antes que o mesmo atinja infestações que causarão perdas econômicas à cultura em questão. O ideal é que os organismos considerados pragas, sejam mantidos na área de cultivo em nível de equilíbrio (NE), abaixo do nível de controle.
Gráfico
 
 

Qual estratégia utilizar?

 
Uma das premissas do MIP é que a opção pela estratégia de controle leve em consideração aspectos ecológicos, ambientais, sociais e econômicos. Dessa forma os benefícios serão ampliados em cadeia, trazendo bons resultados do campo à mesa do consumidor final.
 
O controle biológico tem sido uma importante ferramenta de manejo de pragas em vários países, contribuindo efetivamente para a implantação de programas de MIP em diversas culturas. O controle biológico aplicado, com o uso de produtos biológicos contendo predadores, parasitoides, nematoides, fungos, vírus, bactérias dentre outros, é muito útil para o incremento das populações de organismos benéficos na área, trazendo resultados relevantes no controle de pragas de difícil manejo.
 
O uso de produtos químicos seletivos aos inimigos naturais e agentes polinizadores além de contribuir de maneira eficiente no controle de pragas-alvo, também permite a preservação dos organismos benéficos em campo, favorecendo o controle biológico natural. Diversas espécies de agentes biológicos, que não são produzidas comercialmente, também podem exercer um papel muito relevante em programas de MIP. Dessa forma, o uso de táticas que contribuam para a manutenção destes organismos na área de cultivo é fundamental.
 
MIP
 
Além do uso de produtos químicos seletivos, recomenda-se que o agricultor realize sempre a rotação de agroquímicos pertencentes a diferentes grupos, para evitar problemas associados a resistência de pragas. Atualmente esse é um dos principais fatores relacionados a ineficiência desta estratégia de controle.
 
Análises laboratoriais para a detecção e monitoramento da resistência auxiliam o agricultor na escolha do defensivo químico ou biológico com melhor performance sobre a população da praga em sua fazenda. Deve-se lembrar que a resistência da praga ocorre em reação ao uso excessivo de uma mesma molécula ou de ingredientes ativos pertencentes a um mesmo grupo químico. Em outras palavras a resistência ocorre em função da seleção de populações locais devido à pressão de seleção.
 
Ressalta-se que o emprego de qualquer estratégia de controle sempre exige o acompanhamento específico. A Promip possui corpo técnico e científico qualificado para suportar programas de MIP em diferentes culturas. Além de nossos produtos biológicos exclusivos, o suporte dado pela nossa área técnica permite ao agricultor redução de custos e a otimização dos resultados financeiros, sempre atendendo todas as premissas do MIP. Conte conosco!!
 
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O que é MIP?
O Manejo Integrado de Pragas (MIP) é um conceito que foi instituído na década de 1960 pela comunidade científica, para a otimização do controle de pragas agrícolas (ácaros, insetos, doenças e plantas daninhas).
MIP
O termo refere-se à integração de diferentes ferramentas de controle, tais como os produtos químicos, agentes biológicos (predadores, parasitoides e entomopatógenos - bactérias, fungos ou vírus), extratos de plantas, feromônios, variedades de plantas resistentes a pragas, manejo cultural, plantas iscas, liberação de machos estéreis (TIE), dentre outras.

O emprego conjunto de todas essas ferramentas, de maneira planejada e em harmonia, é a base para solidez de um programa de MIP.
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A primeira etapa deste processo é a identificação das pragas mais importantes (pragas-chave) em cada cultura.
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O uso de lupas entomológicas auxilia a visualização de organismos muito pequenos, como é o caso dos ácaros, tripes e outros. As armadilhas adesivas amarelas e as armadilhas com feromônios sintéticos são úteis como ferramentas complementares à visualização das pragas na cultura.
 
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